Acho que preciso
dar um tempo, um tempo da vida, um tempo de mim. Tenho que colocar as minhas
emoções no lugar e a cabeça também, está tudo atropelado, desarrumado! Isso requer renuncias, decisões. Nossa como é
difícil e doloroso crescer, dizer adeus ou até logo para coisas que queremos
que amamos, mas que precisamos nos despedir. Quem é que diz quando o cinza se
transformará em azul? Têm vezes que tudo parece estar acinzentado, é triste,
sombrio e vazio. Os encontros e as despedidas. Acho que nem preciso falar de
qual dos dois eu gosto mais... O encontro, ele é mágico! Agora a despedida é a
parte mais dolorosa, e por isso talvez se torne inesquecível, é que dores
deixam marcas, ela vai embora, mas deixa a marca na lembrança! Espero que pelo menos as lembranças sejam
doces, assim a doçura delas servirão como um amortecedor para as pancadas severas
da dor! O tempo, ele em alguns momentos é cruel, se arrasta quando a gente quer
que passe rápido. Dormir e acordar seriam os tempos perfeitos para alguns dias
meus, eu dormiria com uma dor ou sentindo alguma outra coisa e quando eu
acordasse não estaria mais lá, simples assim... Mas nem sempre é assim que
acontece. Só espero que em todo esse tempo que preciso dar, eu seja guiada por
Deus, pois só Ele pode me orientar de maneira que eu não me arrependa depois.
Tempo, venha!
Beijos sonoros! :)
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